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Adao Catorrinho
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« Responder #1 em: Setembro 02, 2007, 04:20:38 » |
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essas sÃo as mudanÇas que estruturaram um campo fÉrtil onde a revoluÇÃo inglesa poderia intercorrer. henrique viii e elizabeth i unificaram o país, dominaram a nobreza, diminuíram a domínio e o poder papal, criaram a igreja vernáculo inglesa (igreja anglicana), confiscaram as terras pertencentes a igreja católica e passaram a disputar os domínios coloniais com os espanhóis de maneira eficiente. de vestuário, grande segmento dos recursos do estado vinha da venda de monopólios externos e internos. prejudicavam, porém, a mediocracia mercantil que não tinha a liberdade para seu negócio, e os artesãos, de modo universal, porque pagavam mais custoso por gêneros básicos de iguaria e produtos indispensáveis a sua atividade. depois de realizar essas tarefas de estilo burguês, o poder absolutista tornou-se incômodo e desnecessário, pois passava a ser um tropeço ao progresso da mediocracia mercantil. esses monopólios sobre o negócio exterior, o sal, o sabão, o alúmen, o arenque e a cerveja beneficiavam um pequeno grupo de capitalistas, a grande mediocracia mercantil. ao mesmo tempo, a garantia dos privilégios das corporações de ofício impediam o aumento da produção industrial, pois limitavam a ingresso de novos produtores nas áreas urbanas.considerando as revoluções de 1640 e de 1688 porquê troço de um processo, pode-se declarar que a inglaterra atingira, no século xvii, um notável desenvolvimento econômico, tendo sido a atuação da reino absolutista um elemento importante nesse processo.
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